Olá caros seguidores!
Mais uma vez venho através do blog passar algumas dicas sobre
investimentos financeiros.
Em momentos de crise e inflação alta, investimentos tradicionais como
poupança, CDB's e fundos de renda fixa de grandes bancos se tornam menos
atraentes.
Os Bancos de primeira linha, os grandes bancos brasileiros, possuem
menor risco de crédito que os bancos de segunda linha e, portanto, já que
oferecem menos riscos, remuneram menos do que os bancos de segunda linha.
No entanto, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que é uma forma de
proteção oferecida pelo Governo Federal através do Banco Central do Brasil, de
dar garantias ao investidor para pequenas quantias.
Conforme informação do próprio Banco Central
do Brasil , o Fundo Garantidor
de Créditos (FGC) é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que administra
um mecanismo de proteção aos correntistas, poupadores e investidores, que
permite recuperar os depósitos ou créditos mantidos em instituição financeira,
até determinado valor, em caso de intervenção, de liquidação ou de falência.
Esse fundo garante o total de créditos de cada pessoa contra a
mesma instituição associada, ou contra todas as instituições associadas do
mesmo conglomerado financeiro, dentro de um limite máximo de R$ 250.000,00
(duzentos e cinquenta mil reais) para cada instituição financeira
associada ao FGC, a saber:
"São instituições associadas ao FGC a Caixa Econômica Federal, os
bancos múltiplos, os bancos comerciais, os bancos de investimento, os bancos de
desenvolvimento, as sociedades de crédito, financiamento e investimento, as
sociedades de crédito imobiliário, as companhias hipotecárias e as associações
de poupança e empréstimo, em funcionamento no País, que:
Ø recebam depósitos à vista, em
contas de poupança ou depósitos a prazo;
Ø realizem aceite em letras de
câmbio;
Ø captem recursos mediante a
emissão e a colocação de letras imobiliárias, de letras hipotecárias, de letras
de crédito imobiliário ou de letras de crédito do agronegócio; e
Ø captem recursos por meio de
operações compromissadas tendo como objeto títulos emitidos, após 08.03.2012,
por empresa ligada.
As instituições associadas contribuem mensalmente
para a manutenção do FGC, com uma porcentagem sobre os saldos das contas
correspondentes às obrigações objeto de garantia."
São
garantidos os seguintes papéis
- depósitos
à vista ou sacáveis mediante aviso prévio;
- depósitos
de poupança;
- depósitos
a prazo, com ou sem emissão de certificado (CDB/RDB);
- depósitos
mantidos em contas não movimentáveis por cheques, destinadas ao registro e
controle do fluxo de recursos referentes à prestação de serviços de
pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares;
- letras
de câmbio;
- letras
imobiliárias;
- letras
hipotecárias;
- letras
de crédito imobiliário;
- letras
de crédito do agronegócio;
- operações
compromissadas que têm como objeto títulos emitidos após 08.03.2012 por
empresa ligada.
Essa medida foi regulamentada pelo Resolução nr 4222 de 23 de maio de 2013.
Diante das informações acima, sugiro que você conheça um pouco mais
sobre os CDB's e RDB's dos Bancos de Segunda linha, que são bancos e
financeiras de pequeno porte que, em função de exporem os investidores a um
maior risco de crédito, remuneram bem melhor que os bancos de primeira
linha.
Alguns desses bancos, inclusive, criaram um site para ofertar suas taxas com uma
divulgação maior e com simulações simplificadas. Apenas reforço a necessidade
de respeitar esse limite de R$ 250.000,00 para o valor futuro, ou seja,
contanto já com os juros a serem pagos para o seu capital e evitando surpresas
desagradáveis.
Outra dica é analisar os benefícios dos fundos de previdência privada.
Se quiser saber mais sobre o tema, entre em contato conosco e solicite uma consultoria
personalizada.
Boa sorte e lembre-se: Toda crise traz grandes oportunidades! Não se
isole, estude, pesquise e trabalhe com mais garra e otimismo!
Prof. Fábio Anjos
Administrador de empresas; Pós-Graduado em Intermediação de
Investimentos Financeiros; Especialista em Previdência Privada e Investimentos
Financeiros; Professor universitário, Palestrante; Consultor Financeiro; Mestre
PECB ISO; Especialista em Segurança da Informação, Finanças e Continuidade de
Negócios.

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